O HUMANO QUE VIROU ARTIFICIAL NO SEU COTIDIANO
O mundo globalizado produz muitos bens de consumo e a consequência dessa produção é o alto consumo de recursos naturais (minérios, florestas e a água). A crise econômica não vai ser nada comparado a uma crise de escassez desses recursos. Contudo, a escassez da água potável não é muito fácil de lidar. Os outros recursos você recicla, reutiliza, reaproveita, e assim por diante. Mas a água quando faltar irá provocar muitos conflitos. O cenário que vem sendo construído na má gestão dos recursos naturais, a promoção da privatização de bens de necessidades essenciais a existência pode custar muito caro a organização do estado DEMOCRÁTICO de direito caso continue trilhando o caminho da privatização dos bens públicos em vez de fazer gestão através de políticas publicas coerentes e adequadas. Esse ciclo universal da escassez da água, a má gestão das instituições públicas serão responsáveis por promover os conflitos que virão por falta d'água potável. Em vez de preservação as ações estão voltadas para captação de recursos cada vez mais longe (segue o exemplo da capital do estado de São Paulo: seus rios todos poluídos e o governo estadual financiando e privatizando a coleta de água cada vez mais longe) isso provoca modificações nas regiões de onde estão extraindo a vazão dos recursos naturais essas ações irão contribuir para degradação da região dos cursos desses rios e não irá atender completamente as demandas crescentes de água.
O mundo globalizado produz muitos bens de consumo e a consequência dessa produção é o alto consumo de recursos naturais (minérios, florestas e a água). A crise econômica não vai ser nada comparado a uma crise de escassez desses recursos. Contudo, a escassez da água potável não é muito fácil de lidar. Os outros recursos você recicla, reutiliza, reaproveita, e assim por diante. Mas a água quando faltar irá provocar muitos conflitos. O cenário que vem sendo construído na má gestão dos recursos naturais, a promoção da privatização de bens de necessidades essenciais a existência pode custar muito caro a organização do estado DEMOCRÁTICO de direito caso continue trilhando o caminho da privatização dos bens públicos em vez de fazer gestão através de políticas publicas coerentes e adequadas. Esse ciclo universal da escassez da água, a má gestão das instituições públicas serão responsáveis por promover os conflitos que virão por falta d'água potável. Em vez de preservação as ações estão voltadas para captação de recursos cada vez mais longe (segue o exemplo da capital do estado de São Paulo: seus rios todos poluídos e o governo estadual financiando e privatizando a coleta de água cada vez mais longe) isso provoca modificações nas regiões de onde estão extraindo a vazão dos recursos naturais essas ações irão contribuir para degradação da região dos cursos desses rios e não irá atender completamente as demandas crescentes de água.
Uma solução pouco reconhecida ainda e a cultura da Economia Solidária, que traz como solução ações econômicas com respeito ao desenvolvimento local sustentável. Interagindo com os recursos naturais sem agredir a natureza. A produção coletiva inibe a concentração de renda e a soberba individual. O olhar para o coletivo é princípio fundamental da Economia Solidária. Na Economia Solidária a centralidade é o ser humano o meio ambiente e seu bem estar, não os lucros a qualquer custo. Os coletivos devem se preocupar com seus pares e toda a comunidade e não na sua individualidade.
A potencialidade humana na criação de meios para promover a redução do consumo de recursos naturais e tão impressionante que me espanta ver que estão parado no tempo na criação de uma forma de produção de energia que é uma das grandes consumidoras de recursos naturais. Temos formas e meios de utilizar pouco recurso natural para produzir grande quantidade de energia para alimentar toda a criação tecnológica do homem que é dependente total dessas fontes poluidora e depredadora dos recursos naturais.
O grande desafio para nossa geração e para as que vem chegando nas próximas décadas é encontrar uma forma de conviver com o meio ambiente sem uma intervenção brusca buscando uma convivência com seu estado natural e não usurpando a natureza de seus escassos recursos.
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